sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Orlando voltou a calçar as chuteiras
O nosso "capitão", que se havia lesionado outra vez com o Guimarães à 9 meses, no dia 15 de Janeiro, voltou esta quarta feira aos relvados do Bolão. Foi a segunda lesão no tendão de Aquiles em dois anos, o que fez temer o pior, mas o central não baixou os braços e lutou pela recuperação. O regresso aos treinos é uma óptima novidade tanto para ele como para a Briosa, que, apesar de não ter o jogador inscrito, o pode fazer em Janeiro se a mesma correr bem, especialmente face à escassez de jogadores disponíveis para a posição. A época não tem sido simpática no que toca a lesões, estando o departamento médico por várias vezes sobrelotado, pelo que é uma porta que não se deve fechar pelo menos até saber se o jogador vai estar operacional.
A nós e a todos os adeptos, resta-nos desejar as melhoras ao nosso capitão, ele merece!
domingo, 14 de outubro de 2012
GIGANTE RICARDO!
RICARDO RICARDO RICARDO RICARDO RICARDO!
5 penáltis defendidos, HERÓICO!
Bem me diziam, bem me avisavam
Como era a lei
Na minha terra, quem trepa
No coqueiro é o rei
E o Rei foi a BRIOSA! Parabéns Ricardo, parabéns Edinho, parabéns ACADÉMICA!
Académica - Sp. Covilhã : Antevisão e convocados
Já foi divulgada a lista de convocados para a 2ª mão do jogo da Taça da Liga. Chegamos ao intervalo a perder 2-0, mas a 2ª parte joga-se em Coimbra e, verdade seja dita, esta época já recuperámos de uma desvantagem maior e com muito menos tempo.
Os nomes que foram chamados para dar a volta ao resultado foram:
Guarda-redes: Ricardo e Fábio Santos
Defesas: João Dias, Júnior Lopes, João Real, Rodrigo Galo e Hélder Cabral;
Médios: Flávio, Keita, Makelele, Bruno China e Cleyton;
Avançados: Marinho, N'Gal, Magique, Edinho, Afonso e Salim Cissé;
Tendo em conta os convocados, os ausentes "forçados" e os últimos jogos, vamos obrigatoriamente ter algumas mexidas para hoje. Acredito no regresso de Rodrigo Galo ao onze, resta saber se no centro jogam o João Real (a estar a 100%) com o Júnior Lopes ou com o Flávio. Eu confesso que prefiro ver o Flávio a central hoje, tendo à frente um meio campo com Keita, Makelele e China. O Cleyton também pode jogar no lugar do China, como alternativa mais ofensiva (e vamos ter de arriscar), mas acho que pode ser uma arma a usar quando os jogadores deles já estiverem mais desgastados.
Na frente, pelas últimas exibições, espero ver o Marinho (que tem merecido todos os elogios, espero que seja para continuar), Cissé e... N'Gal. Gostei muito do que vi no último jogo, é um jogador de que precisamos a 100%, que não sei se está, mas tecnicamente pareceu-me a melhor alternativa.
O PE parece confiante em dar a volta, vamos ver se conseguiu transmitir à equipa essa mesma confiança. Hoje as 18:00, com bilhetes a apenas 6 euros (preço único), não deixes de acreditar e de apoiar. Força Académica!
P.S.: Gosto de ver a atitude do técnico em relação à polémica com o jogo da Taça. Podemos ter perdido um dia de descanso, mas a verdade é que não ganhamos nada a levantar grandes ondas, pelo menos a nível desportivo e de tranquilidade no seio da equipa. Vamos lá acima ganhar também esse e depois pontuamos com os espanhóis!
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Polémicas da Taça
A Briosa ainda não começou a caminhada na defesa da sua Taça e já começou a ter problemas. Na perspectiva de ter mais um dia de preparação antes do jogo em Madrid, os responsáveis academistas solicitaram à direcção do Ponte da Barca a antecipação do jogo para Sábado. No entanto, este pedido foi rejeitado, o que causou desagrado nos de Coimbra.
Depois de alguns "bitaites" que justificavam a decisão dos homens do norte, tentando por água na fervura, com o facto de ter mais gente num jogo ao Domingo que ao Sábado, o que para equipas destas é pão para a boca, o clube justificou-se quando confrontado pelo MaisFutebol:
«São duas situações. Primeiro, a Académica queria jogar às 17:30 de sábado. Ora isso era impossível devido ao facto da iluminação artificial do estádio não estar homologada para jogos noturnos»
«Em segundo lugar, que para nós até é o mais importante, estaríamos privados de vários elementos fundamentais da equipa, inclusive um dos técnicos. Somos um clube amador, alguns atletas trabalham nesse dia, e outros já tinham compromissos particulares inadiáveis.»
Como, que se saiba, não temos qualquer problema com este emblema de Viana do Castelo, resta-nos esperar que as razões sejam estas, e não outras vindas "de outro lado". Ao que parece, os responsáveis do Ponde da Barca até convidaram os nossos dirigentes para uma uma confraternização, vamos ver se ela se dá.
Mas mais importante que isso, é mesmo apoiar a nossa Briosa nesse dia!
O nosso diamante em bruto
Junto vos deixo uma reportagem que o MaisFutebol fez sobre o nosso menino da frente. Cissé vai dando cada vez mais nas vistas, especialmente depois do golo ao Benfica e Hapoel, enquanto cresce a olhos vistos no Calhabé. É caso para dizer: segurem-no (com um contrato longo)!
"O nome é de craque e é a esse patamar que Salim Cissé quer atingir. Sem pressas, apesar da amostra que deixou em cerca de uma dezena de jogos. Quem o viu chegar, na pré-época, proveniente de um clube amador da Série D italiana, dificilmente poderia prever um impacto tão marcante e uma afirmação tão rápida.
O jovem (faz 20 anos na véspera de Natal), natural de Kindia, na Guiné-Conacri, destronou Edinho na frente de ataque da Académica. É, em conjunto com o internacional português Wilson Eduardo, o melhor marcador da equipa, com três golos, e rubricou uma série de exibições que o tornam, para já, numa das relevações da Liga.
O Maisfutebol foi tentar perceber um pouco mais da estória de vida deste prodígio precoce que está a crescer a olhos vistos no plantel de Pedro Emanuel. Um relato na primeira pessoa, carregado de simplicidade e humildade em todos os momentos, sobretudo nos mais difíceis.
Na demanda de uma vida melhor: adeus África
«Vim para Itália como muitos jovens de África, onde toda a gente sonha vir para a Europa, em busca de uma nova vida. Cheguei com nigerianos, camaroneses¿ e apresentei-me no centro de acolhimento de estrangeiros», conta, colocando-se num ponto decisivo desta narrativa: no centro, conhece Franco Anzalone, diretor do Arezzo, cuja ação irá mudar para sempre o rumo da sua vida.
«Considero-o como um pai, deu-me tudo, sobretudo a nível humano. Acreditou em mim, ajudou-me, e, como era dirigente do clube, depois de me ver jogar assim na brincadeira, disse-me: vou ajudar-te e levar-te para a minha equioa. Vais trabalhar, progredir, e veremos o que dá.»
Antes disso, Salim seguia a rotina de emigrante. Vivia de biscates, mas, à noite, já era uma estrela nos treinos da malta do bairro. «Depois do trabalho, num relvado alugado, juntava-me com os amigos perto do centro. Ele viu-me, perguntou-me como vim para a Europa, expliquei-lhe, e percebeu que eu queria muito jogar.»
«Eu saía do centro para ir treinar e jogar numa sexta ou sétima divisão, com pessoal que vinha do trabalho e ia treinar a partir das 20 horas, e também aproveitava para comer porque a comida no centro era pouca para mim. Treinava com eles, mas sentia que podia chegar ao profissionalismo.»
Cissé fazia essencialmente limpezas, dando uma ajuda a alguns amigos sul-americanos, que lhe davam boleia. «Ganhava ao dia. Limpava quartos, fazias as camas, deixando tudo pronto para os turistas que iam depois ocupar os apartamentos. Também ajudava a carregar as malas.» Por vezes, calhava-lhe uma gorjeta. Humildemente, recusava.
Arezzo inscreveu-o como refugiado
Nesta fase, como os outros miúdos africanos, trabalhava e treinava à noite. Foi o período mais duro. Quando assinou pelo Arezzo dedicou-se em exclusivo ao futebol. «O Franco disse-me que tinha de deixar-me disso, que na Europa jogar futebol é uma profissão e que se eu me dedicasse tudo ia correr bem.»
«Como procurava uma vida melhor, empenhei-me a fundo. No início, foi difícil conseguir obter a autorização para jogar, porque tinha o visto de residência, mas, pela Lei italiana, só depois de residir um ano no país é que um extracomunitário pode jogar. Mas o Arezzo mexeu-se e conseguiram a licença, evocando o estatuto de refugiado. Quando é assim, é imediato.»
A época corre-lhe bem, com 13 golos em 27 jogos, e a imprensa local começa a exaltar-lhe os feitos. «Ouvi falar de muitos clubes, como o Chievo, Sampdoria, Unidese... mas só a Académica avançou. Havia também o problema dos extracomunitários, só podia assinar por uma equipa da Série A, embora tivesse muitos interessados na Série B.»
O resto, remete para o início desta reportagem, e deixa a pergunta no ar: até onde irá chegar Salim Cissé, depois desta ascensão quase meteórica?
Mais duas páginas:
Os pais não sabiam que jogava futebol
Adaptação a Coimbra, ídolos e o golo ao Benfica"
In MaisFutebol
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
Rescaldo
Enquanto descarrega a frustração, e depois de ter ido uma parte dela, o que dizer deste jogo? A Académica voltou a não entrar bem nos minutos iniciais, mas conseguiu dar a volta e passar mais de metade da primeira parte em cima no jogo. Tivemos a felicidade do Ricardo defender o penálti, o que sempre motivador e uma machadada na confiança da equipa que o falha (e não nos esqueçamos que em jogada idêntica 2 minutos antes o árbitro fez vista grossa na área contrária), e a equipa conseguiu construir boas jogadas. Uma nota para esta altura do jogo: o Edinho teve um remate impressionante de muito longe com o pé esquerdo, defendido a dois tempos. Porque é que isso é importante? Porque ele mostrou confiança para rematar de muito longe com o pior pé (se não estou em erro), o que mostra que esse não é o problema dele nos últimos jogos. Tem de jogar com mais garra porque se a falta de técnica, por vezes, pode ser desculpada, a falta de garra e empenho, NUNCA!
Na segunda parte tivemos a felicidade de começar bem e marcar cedo, golo de Marinho que continua a fazer as delícias dos adeptos da Briosa, não me canso de elogiar a forma em que está. O pior veio depois. Apesar de continuarmos a construir jogadas, o Guimarães já o fazia também, e o jogo partiu. Pedia-se mais força e frescura no meio campo (o Ogu devia ter entrado antes, na minha opinião), para evitar o crescendo de jogo dos espanhóis, bem como extremos com mais disponibilidade física para defender - o Marinho costuma sair pelos 65min, e o Afonso jogue muito ou pouco tempo já mostrou que não tem disponibilidade para tarefas defensivas. (Uma nota, se criticamos o Afonso em muitas alturas, e o jogo dele foi fraco, não nos podemos esquecer do cruzamento para o golo, e merece esse destaque). Quanto ao que aconteceu depois, da vergonha da arbitragem à cambalhota no resultado, nem vale a pena alongar-me muito.
Em que é que estivemos mal? Nas substituições, que tinham de acontecer mais cedo; o N'Gal, se estiver em condições e com base no que mostrou, tem de jogar no lugar do Afonso, foi muito mais perigoso e mexido; o Cleyton é um jogador com boa técnica, mas um jogador deste género perde invariavelmente muitas bolas, pelo que, para jogar sem deixar a equipa intranquila, precisa de alguém com frescura e força para recuperar, que na minha opinião pode ser o Ogu. Juntos, se se derem bem, têm características que se podem complementar muito bem.
De resto, não podemos deixar de reparar que sem William e Cissé a equipa perde muito em termos ofensivos. Foi um golpe muito duro ficar sem os dois ao mesmo tempo. Agora vamos entrar num ciclo de jogos muito complicado (até o jogo com o Covilhã começa 0-2) até Novembro, ao jogo com o Estoril. Vamos ver como reage a equipa ate lá.
domingo, 7 de outubro de 2012
Mais que demais
É verdade que acho incorrecto que alguns clubes se desculpem com arbitragem, mas também sou da opinião que temos de denunciar ao máximo situações como as que se passaram hoje no ECC e não deixar cair em esquecimento. Isto nem sequer é um lance de bola corrida, não há dificuldade NENHUMA em ver isto. Aliás, o fiscal viu, mas o Duarte preferiu fingir que estava distraído... e o fiscal foi na dele.
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